Mês: fevereiro 2008

Pornografia com Dragões Homossexuais

14 de fevereiro de 2008

ATENÇÃO: LINKS NÃO-SEGUROS PARA ESCRITÓRIO, CASA DA AVÓ OU COLÉGIO ADVENTISTA.

Eu já desisti de achar que vi de tudo – particularmente em se tratando de internet. Mas o Jean resolve me mandar um link para o impagável relato que Ronald Rios faz da sua introdução involuntária no mundo fantástico da pornografia envolvendo dragões homossexuais.

É isso mesmo: homoerotic dragon p0rn. Nem vou tentar fazer mais piada do que o blog (e os comentários, tão hilários quatno o próprio) já fizeram – só sei que eu nunca mais vou conseguir dissociar “dragões” de “dragões com falos antropomórficos catracando-se mutuamente”. Termos como “Dragon Balls” e “Caverna do Dragão” ficarão maculados para sempre na minha cabeça.

Pior é que esse lance de yiffy art (arte porn com híbridos homem-animal) está bombando já tem um tempo – em particular quando o Second Life começou a disponibilizar avatares com características animais, que, uma vez equipados com os acessórios corretos, faziam a alegria da galera deturpada. Aliás, se vacilar é só que sobrou no SL hoje.

Apenas um adendo: o site mencionado no post, o Yiffstar, não é apenas de dragon homo p0rn, e sim de yiffy art no geral. Boa parte do material é bem amador (em termos de arte), mas quem conseguir sublimar (ou curtir) o lance draco-homo-erótico deve dar uma olhada na galeria do Patrick Reichel, que impressiona pela qualidade – ainda que dedicada a um tema tão bizarro.

Do Karatê Sem Mestre ao Campus Party (em apenas 20 anos)

10 de fevereiro de 2008

Nessa sexta-feira eu causei fortemente no escritório ao mencionar que uma das minhas primeiras compras pelo correio foi o Karatê Sem Mestre – um dos inúmeros livros que a Ediouro oferecia em suas populares revistas de passatempos.

Lembro muito pouco do livro, além do fato de que ele tinha bastante ilustrações – e também que não impediu que eu continuasse levando a pior na escola. Talvez se eu tivesse comprado o livro sem nome que fazia de você um mestre do KUNG FU chinês (no qual a pessoa aprendia a se defender até dormindo), eu teria dado uma lição nos valentões, quem sabe?

De qualquer forma, duas décadas depois o livro teve lá a sua utilidade: após a tal declaração, meu nerd level no recinto subiu para níveis tão insondáveis que acabei ganhando a última senha de inscrição para o Campus Party disponível. E a julgar pelos problemas na organização do evento, o conhecimento de karatê vai fazer falta na hora de disputar um espaço para armar a barraca…