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Gostou do software? então me apresenta sua irmã!

17 Apr 2005 | Comments

O tal Unforgiven Organizer seria apenas mais um programinha de agenda de compromissos – se não fosse o interessante detalhe de que, ao invés de lançar como shareware, freeware, charityware ou qualquer coisa do gênero, o autor criou o inovador conceito de… sisterware!

Isso mesmo: quem gostar do software e quiser continuar usando ele tem a obrigação moral de apresentar sua irmã para o cidadão – que também aceita fotos, informações e peças íntimas.

Ainda bem que, como o software não roda em Mac, dessa eu me livrei (ou, considerando minha irmã, quem se livrou foi o cara)…

Depois do karaokê, o piada-o-kê

25 Mar 2005 | Comments

Seinfeld e elencoO Joke-e-oke ainda não está disponível comercialmente, mas esse artigo do Wired News fala bastante sobre o brinquedo. Trata-se de uma espécie de teleprompter de piadas, permitindo que qualquer um suba no palco e entretenha a platéia no estilo do seu comediante favorito.

Ainda que não tenhamos a cultura dos comedy clubs americanos, tenho a impressão de que isso tem tudo pra pegar aqui no Brasil. Quem se estressava nas festinhas com os amigos bêbados imitando os Mamonas Assassinas ou a Tetê Espíndola vai ter uma síncope quando um deles resolver fazer uma performance de Jô Soares, ou de Costinha…

Motociclismo

11 Mar 2005 | Comments

Quando se é nerd além de um certo ponto, qualquer assunto cotidiano vira uma busca no Google – e, com sorte, acaba-se achando mais do que se procurava. No meu caso, foi um tombo de moto (e a busca de informações sobre manutenção) que me levou não apenas às necessárias dicas de segurança, mas também à coleção de fotos de tombos de um sujeito que se diverte com esse tipo de coisa.

Isso sem falar em uma fábula sobre motociclismo de autoria de – pasmem – Carlos Heitor Cony! Eu, ao menos, não imaginava ele escrevendo sobre o assunto.

Outros videos com o eye toy

03 Mar 2005 | Comments

Parece que o vídeo que eu coloquei no Mondo Bizarro jogando o DDR 8th Mix no EyeToy realmente despertou a curiosidade das pessoas. Imaginei que seria engraçado para quem me conhece, mas não que fosse muito além disso (tanto que estou tendo dificuldades de banda para mantê-lo no ar). Fiquei encucado, pensando que eu fosse o único maluco a registrar um jogo no EyeToy, mas buscando na internet rapidamente vi que não. Eis alguns outros:

  • Aqui tem um autêntico (ou, ao menos, bem-vestido) Karateka brincando com um dos jogos básicos
  • No Japão, o brinquedo tem até propaganda na TV. Achei esta e esta.
  • Saiu até um software, o Junk TV, cujo único uso é gravar e compartilhar vídeos feitos com o Eye Toy. O site tem dúzias deles.
  • Que Eye Toy que nada! Esse vídeo mostra o que pode vir a ser a próxima geração de brinquedos desse tipo

Filho de jor-el!

03 Mar 2005 | Comments

Esse Super é mesmo um FDP...Qualquer que seja a leitura – do “escoteirinho” dos quadrinhos de Frank Miller ao “cara decente” do seriado SmallVille – o Superman sempre será o ícone do bom-mocismo… ou não?

Qualquer um fica meio na dúvida ao visitar o hilário Superman is a Dick, uma coleção de capas de revistas do Superman (a maioria bem antiga) onde o mesmo é retratado com o pior caráter possível.

Os comentários (feitos por um cara do National Lampoon) são impagáveis. Você fica realmente pensando onde os caras estavam com a cabeça quando bolavam certas chamadas.

UPDATE: Seguindo os links na página você vai ver outras coleções do gênero. Mas nada poderia ser mais apropriado nestes tempos de julgamento do Michael Jackson do que este frame. Já tem uns quinze minutos que eu vi, mas ainda estou rolando de rir…

Eye toy + ddr

26 Feb 2005 | Comments

Eu jogando DDR com o Eye ToyO que pode ser melhor do que exercitar as pernas jogando DDR? Colocar os braços na parada. Graças ao Eye Toy, isso é possível - e eu até paguei o mico de gravar um vídeo, porque sem ver é difícil de acreditar que funciona…

UPDATE: Eu perdi esse vídeo faz tempo, mas o texto que escrevi sobre o assunto dá link para vídeos semelhantes.

Quadrinhos sobre graduação

18 Feb 2005 | Comments

PhD: Piled Higher and Deeper é mais uma daquelas tiras gratuitas online que, mesmo existindo desde 1900 e guaraná com rolha, eu só descobri agora. O autor (Jorge Cham) aparentemente começou a tira quando estava na faculdade, meio que para desestressar, e a coisa foi engrenando.

Os primeiros anos são bem crus no geral, mas a partir de 2001 ele começa a acertar o traço. Não é a tira mais incrível do planeta, mas é divertida (fora que site é muito bom em termos de visual e navegação). Certamente quem já passou (ou está passando, como eu) pelo calvário da graduação vai se identificar.

Mundinho animal

07 Feb 2005 | Comments

Trecho de tira do Arnaldo BrancoQuem já conhece o Allan Sieber (Preto no Branco) provavelmente já viu ele elogiando um tal Arnaldo Branco (e olha que para o rei do mau humor elogiar algo ou alguém é difícil).

Fica o toque: as tiras dele também estão disponíveis online. É um quadrinho tão forte quanto o do Allan, mas mais bem humorado (ou eu me deixo influenciar pelo colorido, sei lá). E, assim como o Sieber, o Arnaldo tem um blog, no qual posta cartuns e afins quase diariamente.

Santa escócia!

06 Feb 2005 | Comments

Santa Escócia!No final dos anos 80 era exibido no Brasil um desenho (fotos aqui) que revezava episódios do Super-Homem e do SuperBoy. Em ambos, o personagem usava muito a expressão “Santa Escócia” (ou “Grande Escócia” – não tenho muita certeza se era uma, outra, ou ambas). A pergunta que ocupou as mentes vazias dos Stone Age Scanners por meses era: o que diabos tinha a ver o Super-Homem com a Escócia???

Esse é o tipo de coisa que você encontra fácil – desde que saiba o que está procurando. E nós não sabíamos. Queimei um bom tempo antes de desistir e esquecer o assunto. Até que me deparei com uma tira amadora do Scott Kurtz, feita em 1991, na qual um herói-paródia exclamava “Great Scott!“.

Ding. A partir daí foi fácil descobrir (aqui, por exemplo) que a expressão era comumente usada pelo personagem nesta época, tanto nos quadrinhos quanto nos desenhos, e provavelmente os tradutores optaram pela sonoridade em detrimento da precisão.

E antes de malhar os caras é bom considerar que a expressão já não fazia muito sentido para o Super-Homem no original – mesmo porque, Super-Homem à parte, a origem da mesma já gerou bastante controvérsia. Apesar da inutilidade geral do assunto, o tempo que eu gastei procurando me motivou a deixar registrado aqui: “Santa Escócia!” = “Great Scott!”.

Mp3 player de garagem

06 Feb 2005 | Comments

Fui conferir o tão falado Minty MP3, um player de música digital feito em uma caixa de “mentinha”. De fato, o jeitão descolado da caixinha impressiona, mas eu fui fisgado pelos detalhes técnicos – a começar pela própria caixinha (que, sendo metálica, diminui bastante o ruído eletromagnético). É impressionante a quantidade reduzida de componentes de prateleira, cada um executando funções bastante elaboradas.

A música, por exemplo, fica em um cartão CompactFlash. Este formato é desdenhado pelos usuários de câmeras digitais pelo tamanho, mas sua principal vantagem é a flexibilidade: é possível ler/gravar arquivos usando desde uma simples comunicação serial até uma interface IDE (ele “conversa” ATA, o mesmo padrão usado por HDs e CD-ROMs).

Um microcontrolador faz o papel de CPU, RAM e ROM, carregando e removendo as músicas do cartão flash. Ele envia as mesmas para um decodificador MP3 (sim, um chip especializado faz o que o meu 386 suava pra fazer). Colocando na frente um DAC (conversor digital-analógico), o circo está armado. O autor não se deu por contente e ainda adicionou conexão USB e transmissão FM – cada um também com um singelo componentezinho.

Claro, é preciso ter vários componentes “tradicionais” (resistores, capacitores) para conectar esses módulos todos, fora que a montagem não é muito simples de executar (o cara é do MIT, e recomenda um outro projeto menos radical para os mortais). Ainda assim, ele ilustra o quanto o “hobbyismo” em eletrônica evoluiu desde o final dos anos 70.

CORREÇÃO: O autor é, na verdade, uma autora (valeu, Mario). Quando vi MIT, cometi o ato falho de, sem pesquisar, associar um homem, dando a entender que nem tanta coisa assim mudou desde os anos 70. Mau sapão, mau sapão.