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Brad templeton

04 Jan 2005 | Comments

Brad Templeton, Membro da EFFAinda que a Electronic Frontier Foundation não realize sua missão de proteger os “direitos digitais” do cidadão, eles já ajudam empregando um batalhão de gente legal – desde caras como Cory Doctorow, do Boing Boing, até Brad Templeton, de quem gostaria de falar hoje.

Dentre outras pérolas, ele é tido como autor da famosa teoria segundo a qual caso Bill Gates viesse a encontrar uma nota de US$ 1000 no chão, ele não deveria abaixar para pegá-la, pois o tempo gasto com o gesto supera o valor da nota. Também foi quem sugeriu usar pontos para separar os níveis diferentes de domínios em URLs (sim, ele é o verdadeiro “ponto em .com”, ao contrário do que marqueteiros sem-noção possam sugerir). Isso sem falar que ele criou o rec.humor.funny, um dos mais antigos, mais lidos (no passado) e mais polêmicos grupos da USENET.

Mas um dos valores mais fortes que ele traz são os ensaios em que ele formaliza e esclarece temas relevantes para os usuários da Internet. Bem versado tanto nos aspectos técnicos quanto nos legais, ele clareia bem assuntos sobre os quais normalmente se fala muita besteira, como copyright e spam, para citar alguns.

Vale a pena navegar no site dele antes de sair pelos bares pregando o fim das patentes (sim, eu ouvi isso num bar outro dia – ok, preciso freqüentar bares melhores) ou o que quer que seja a onda da vez.

E se nada disso interessar, ele ao menos tem dúzias de panorâmicas do Burning Man!

Desvendando os quadrinhos

20 Dec 2004 | Comments

Depois de quase uma década, foi lançado no Brasil o Desvendando os Quadrinhos de Scott McCloud. Valeu a espera: é leitura tão obrigatória quanto <a href=”http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&ProdId=54251&franq=102414” taregt=_blank>Quadrinhos e Arte Seqüêncial</a>, de Will Einser.

Assim como o livro do Eisner, este tem uma cobertura universal o suficiente para não se tornar desatualizado. E o único assunto menos coberto – os quadrinhos na Web – é fartamente trabalhado no seu site (que já foi comentado aqui antes).

E por falar no site, também gostei de Bobo Puppyhead. Viva os quadrinhos não-desenhados!

O Cara Tossiu…

11 Dec 2004 | Comments

<img src=”/img/blig/daileon.jpg” style=”margin:4px; float:left;border:1px solid black”alt=”o rei igual o dinheiro de passar” />É incrível, mas tem gente perguntando se isso aqui virou um site pornô, tudo por causa do último post.

Preciso lembrar que a minha formação não é só pornografia, tem também bastante tosqueira – como a impagável animação Daileon e Jaspion, proibida para menores não por seu conteúdo, mas porque este público é novo demais para ter assistido ao seriado.

Sexo em público

07 Dec 2004 | Comments

cena do programa de TV: a apresentadora agita o público, enquanto a participante 'mete as caras' na sua 'tarefa'.(ATENÇÃO: os links deste artigo são impróprios para escritório)

Tudo começa quando, estupefato, um amigo me envia o link para este vídeo, no qual várias garotas japonesas masturbam-se e fazem sexo livremente em público, supostamente com qualquer um que estivesse passando pelo local. Não tem o menor jeito de armação, parece mesmo que algumas garotas toparam fazer essas loucuras na frente da câmera.

Numa frustrada tentativa de encontrar explicação, tudo o que achei foram mais coisas orientais bizarras do gênero, das quais destaco duas. A primeira é esta coletânea de flagras de pessoas transando em automóveis, cujas atividades são subitamente interrompidas pelo fotógrafo espírito-de-porco.

A segunda é, de longe, a mais hardcore. Pelo pouco que entendi, é um programa de televisão, cujo público é composto inteiramente por garotas. Como nos programas dominicais daqui, elas participam de gincanas, com um “pequeno” detalhe: tais competições envolvem atividades sexuais com parceiros da produção. No final rola até uma disputa de tesoura-papel-e-pedra para ver quem leva o grande “prêmio”.

Eu tenho *muito* que aprender direito esse idioma…

Passando o bastão

03 Dec 2004 | Comments

Tenho bastante assunto represado, mas pouquíssimo tempo livre no momento. Para não frustrar os visitantes (mesmo correndo o risco de perdê-los na comparação), recomendo o Liberal libertário libertino. O blog funciona em sinergia com o site, ambos contendo artigos e reflexões do autor.

O conteúdo fala por si, é fantástico. E, ainda que não fosse, qualquer um que fundamente seu raciocínio com pérolas como “(…) putaria não é fácil. Como qualquer libertino sabe, uma boa bacanal demanda tremenda logística” e use termos do calibre de “pescotapa” merece uma atenção maior.

UPDATE: Quando eu já me achava satisfeito com as elocubrações socio-psicológicas do autor, encontro esta brilhante análise sobre o monopólio da Microsoft. Finalmente alguém produziu um texto laico, coerente e acessível sobre o assunto. Brilhante.

Gairaigo

03 Dec 2004 | Comments

Aqui vai um texto bastante interessante sobre gairaigo, i.e., palavras usadas no idioma japonês originadas de outros idiomas. O texto foca nos vocábulos importados do português, desmistificando, por exemplo, a popular lenda de que “arigatô” vem de “obrigado”.

Desenvolvedor de jogos? melhor ser pirata!

18 Nov 2004 | Comments

Qual o programador que nunca pensou em fazer as malas e tentar a sorte na Konami, na EA ou em alguma outro fabricante de games deste calibre? Pensando nisso, é curioso ler este artigo do News.Com, que mostra que tais profissionais passam por poucas e boas de forma muito semelhante às suas contrapartes em indústrias mais tradicionais. Chamaram a atenção os deadlines malucos que os obrigam a fazer horas extras insanas, mutas vezes não pagas. Já vi isso…

Só não foi a coisa mais interessante que li hoje porque o pesoal do Boing Boing cavou informações sobre “piratas modernos”: caras que abordam navios à moda antiga, só que com equipamento de espionagem via satélite e outras traquitanas. Muito mais style e nem precisa sair do Brasil – segundo o artigo, o nosso litoral norte tem bastante campo de atuação no setor.

Palitinho? Cuspe à Distância? Não: Empilhamento de Copos!

14 Nov 2004 | Comments

praticantes de Cup StackingTem circulado na internet um vídeo no qual uma tal Emily Fox monta e desmonta uma pirâmide de copinhos de plástico com uma velocidade impressionante, alegando um “recorde mundial”.

Pesquisando um pouco, descobri que a atividade de empilhar copos (Cup Stacking) é encarada como um esporte real – tem desde uma liga mundial até fabricantes de equipamento (copinhos, claro). Quero só ver se a Nike embarca nisso, ou se chega às olimpíadas.

Porque todo mundo tem um coração envenenado

11 Nov 2004 | Comments

Coração Envenenado é uma autobiografia (relativamente antiga, da metade dos anos 90) de Dee Dee Ramone, fundador, baixista e autor de boa parte das músicas dos Ramones (ele escreveu bastante material, mesmo depois de deixar o grupo). O livro (que eu sugiro comprar no site, na loja é mais caro) vai da infância do autor até a fase em que ele se livra da heroína – que não durou muito, já que a droga o levou à morte em 2002.

Fãs da banda (como eu) irão encontrar uma relação íntima entre a vida “largada” dos membros da banda e as suas letras, e também conhecerão um ponto de vista bastante contundente acerca das mudanças de formação. Quem não é chegado em rock pesado de três acordes pode se frustrar, pois sem esta referência o livro está mais para uma edição light de Eu, Christiane F..

Phoebe, a última assistente do beakman

07 Nov 2004 | Comments

Phoebe (Senta Moses)Saudosismo não é comigo (tenho memória de peixe e uma imensa vontade de viver o agora), mas certas paixões do passado acabam voltando (especialmente quando do presente não ajudam).

Uma delas é a Phoebe (Senta Moses), a terceira assistente feminina de O Mundo de Beakman, sobre quem achei aqui algumas coisas bacanas na versão original deste post, mas o fechamento do Geocities mandou todos os links pro além. De qualquer forma, basta buscar fotos da Senta Moses no Google ou visitar o site pessoal dela e vai dar pra entender do que eu estou falando.

Sim, eu sei que as predecessoras Lisa (Eliza Schneider) e Josie (Alanna Ubach), são tidas como mais bonitas (especialmente longe das roupas esquisitas e do Lester). Talvez seja o rostinho, talvez a personalidade – o fato é que a Phoebe é que dava o “clic”. Coisa de nerd adolescente, não dá pra explicar.