Mesmo nos meus tempos de fervoroso estudante da Bíblia, nunca tive muito saco para o livro do Apocalipse – aliás, me interessava por pouca coisa do Novo Testamento que fosse muito além dos Atos dos Apóstolos. Patrick Farley foi melhor que eu, sacando a semelhança entre as infindáveis bestas do Livro do Apocalipse e a franquia da Nintendo, o que o levou a produzir Apocamon.
É uma versão em flash do Livro do Apocalipse, só que apresentada em formato mangá. Conta com as indispensáveis piadinhas laterais, tais como o Apocadex (que permite responder à clássica pergunta “quem é esse Apocamon?”), e, apesar da paginação dar uns problemas comigo (nada que um botão direito e forward não resolvam), é divertido. Os dois primeiros episódios são gratuitos, e os outros podem ser comprados via BitPass (não saia para ler quadrinhos na web sem ele).
Já tinha lido dois livros do autor (Jostein Gaarder): o famoso
Os elogios são em grande parte um contraponto ao fiasco 
Não sei o que me atraiu desta vez. Posso estar influenciado pela falta de filmes interessantes, pela maneira com que ele chegou a mim ou até mesmo pela relevância pessoal das questões abordadas. O que sei é que ainda estou encantado com
Nunca me decepcionei com as 
Tive a oportunidade de assistir novamente ao