Para o desespero da patroa, consegui outro micro antigo, mas dessa vez é uma raridade mesmo: um Unitron Mac 512, o único clone do Macintosh “clássico”, made in Brazil.

O micro ligado. Ele existe mesmo, e até funciona!
Para o desespero da patroa, consegui outro micro antigo, mas dessa vez é uma raridade mesmo: um Unitron Mac 512, o único clone do Macintosh “clássico”, made in Brazil.

O micro ligado. Ele existe mesmo, e até funciona!
Pra não ficar só nos quadrinhos (um efeito colateral das férias de faculdade): será que os autores de antivírus corporativos e/ou administradores de redes que os instalam ainda não perceberam que nenhum vírus de e-mail que se preze usa um remetente verdadeiro ao se propagar?
O vírus MyDoom não me deu, nem de longe, o trabalho que deram os e-mails do tipo “Atenção, você enviou um e-mail com um vírus para fulano@empresa”, gerados automaticamente por tais programas.Será que não percebem que estes “avisos” só aumentam o pânico, o tráfego, e, principalmente, o trabalho de quem tem que apagá-los?
Tudo o que eu sei é que toda vez que eu recebo um destes (particularmente quando recebo centenas, como nos últimos dias), eu só presto atenção no domínio do destinatário do meu suposto e-mail, e isso nunca me ajuda a pensar coisas positivas sobre o administrador de redes do lugar…
Eu só tinha ouvido falar do livro dele (Understanding Comics), mas quando li o Derek Kirk Kim falando bem, fui dar uma olhada nos quadrinhos online de Scott McCloud.
A Front Quadrinhos é um projeto/publicação bastante interessante, que usa o experimentalismo com responsabilidade. Isso, aliado ao fato de cada edição abordar um tema específico, acaba fazendo com que nem tudo o que se vê agrade a todos os paladares, mas no final das contas sempre tem alguma história que se sobressai e justifica as experiências.
Eu adoraria comentar a evolução a cada edição, mas os preços muito salgados (girando em torno dos R$ 30) me permitiram adquirir algumas poucas. Dentre elas, recomendo a de número 13, que trata do assunto feminilidade. O consolo é que as grandes editoras (particularmente as de comics) têm me incentivado a comprar menos quadrinhos, o que financia uma espiadela nesta idéia bacana de vez em quando.
Uma vez eu dei de cara com um bug no IE5, que fazia o browser travar quando um comando errado era inserido numa página HTML. Depois de contactar a Microsoft, publiquei uma página a respeito – só que a página foi tão mal-indexada que acho que ninguém nunca entrou.
Achei a página esses dias e coloquei aqui†. Não creio que ainda se façam páginas com este browser em mente, mas é interessante – até para lembrar como é importante ter um mínimo de preocupação com a visibilidade nos Googles da vida ao publicar na web.
Tá, eu sempre volto a falar do Esquadrão Classe A. Mas também, de uma só tacada apareceram as curiosas figuras para colorir dos personagens do seriado e a trilha sonora completa. Não deu para resistir.
O pior é que eu nem lembrava da música de abertura, mas, depois de ouvir, é impossível tirar da cabeça. Droga!
Neste jogo online você testa sua capacidade de diferenciar entre estes dois grupos de esquisitões. Se a Internet não foi inventada pra isso, eu não sei pra que foi.
Eu não costumo falar de spam por dois motivos: primeiro porque que o SpamBayes faz um excelente (e gratuito) trabalho se livrando dele, e segundo que tem gente que fala do assunto com mais competência e bom-humor do que eu.
Hoje o software me surpreendeu deixando passar o spam abaixo, recebido de uma tal Juventude Cesar Maia. É interessante que, além de não morar no Rio, eu me identifico mais com o Michael Jackson ou com o Chewbacca do que com o Cesar Maia!
Tudo bem, faz parte da “cultura” do spam ignorar completamente o público-alvo – e, até um certo ponto, condiz com o comportamento do político em questão. O que me tirou do sério foi o aviso do final (e nem por causa do horroroso “informação de informativo”) .
Fiz questão de desobedecer e divulgar o spam na íntegra (com negrito na parte que me chateou):
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Somos um grupo de jovens que se identifica com o perfil de gestão pública de Cesar Maia e se empenha pela divulgação de suas idéias, programas, projetos, vivenciando a realidade política do município do Rio de Janeiro. Acesse www.juventudecesarmaia2004.com.br† ou envie e-mail para juventudecesarmaia@globo.com. Assim você conhecerá melhor nosso trabalho e passará a receber nosso boletim semanal. Juventude Cesar Maia A Juventude Cesar Maia é um grupo apartidário. Seus membros são todos admiradores do trabalho de Cesar Maia. Não somos um órgão oficial. Nosso serviço é gratuito e feito por voluntários. É vedada a publicação total ou parcial de qualquer informação de informativo, sendo necessária a permissão dos coordenadores da JCM. Caso não queira mais receber nosso newsletter, ou receber qualquer informação sobre a JCM, envie um mail para: juventudecesarmaia@globo.com Coordenação: |
Eu já vi coisas espantosas serem feitas no Excel – de geradores de código a sistemas de geoprocessamento real-time. Mas esse Nobuya Chikada fez por merecer seu singelo pseudônimo de Japanese Excel Crazy Guy: ele criou um Pac-Man e um Space Invaders, ambos usando células de tamanho microscópico e macros!
Roda 100% no Office XP, só precisa mudar o nível de segurança pra “médio”. Experimente dar um zoom de 200% no Space Invaders. O inglês na página dele é meio tosco (mesmo pros meus padrões), mas quem faz um treco desses com VBScript já cumpriu sua missão na terra.
<img src=”img/blig/atariage.jpg”alt=”capa da revista em quadrinhos do Yars’ Revenge” align=”left” >O Atari Age se destaca dos outros sites sobre o videogame pelo preciosismo com que é construído. Eu comecei a fuçar por causa dos jogos em desenvolvimento: tem até um clone do Dance Dance Revolution!
Mas o melhor foi descobrir que o site disponibiliza todos os quadrinhos que acompanhavam os cartuchos de lá (claro que os nossos cartuchos meia-boca não tinham esse tipo de luxo).
É interessante ver as primeiras histórias do Esquadrão Atari (aparentemente mais antigas e infantis que aquelas publicadas pela Abril), bem como a explicação para o Yars’ Revenge (ou, pelo menos, a explicação que os caras bolaram). Dá pra perder um tempo.