Eu sempre fui contra a idolatria de pessoas, vivas ou mortas, até que conheci o trabalho de Joel Spolsky. Ele já foi desenvolvedor da Microsoft, da Juno e outros lugares interessantes. Hoje Joel tem sua própria empresa, e se tornou o meu guru espiritual quando o assunto é desenvolvimento de software. Não estou falando da parte técnica do assunto (isso já tem ótimos autores), mas sim da parte gerencial, que na maioria das empresas é dilbertiana demais para uma suposta ciência exata…
Em seu site acontecem discussões de altíssimo nível que tentam desmistificar esta mistura bizarra de engenharia e arte, e hoje encontrei um artigo ótimo, meio antigo até, no qual Spolsky defende que o verdadeiro foco de uma empresa de software deve ser “converter talento em código”, e não perder tempo e dinheiro com atividades secundárias. O artigo é indispensável para quem tem qualquer influência gerencial neste processo.
Os técnicos não podem passar sem ler User Interface Design for Programmers, um convite a se repensar a maneira com que as interfaces com o usuário são criadas. Enfim, o site inteiro é ótimo, Joel é meu pastor, nada me faltará!
Há alguns anos eu comecei a desenvolver um jogo de Truco para Windows. O projeto caminhou bastante, mas nunca tive tempo de acabar.
A ilustração aí do lado é o esboço do PainStation, um jogo estilo “pong” criado por dois alemães, no qual cada bola perdida faz o jogador sofrer alguma espécie de punição física na mão que fica sobre a máquina. Estas punições incluem choques, queimaduras, pancadas e afins – cada sensação é causada por um “módulo de execução de dor”, e os rapazes desenvolveram alguns bastante criativos.
Os personagens dos desenhos animados da Warner (e mesmo de outras produtoras) sempre puderam contar com os produtos ACME. E algum doido reuniu todos eles num
O site Baboo publicou este
Já nos anos 80 Angeli abria os olhos da petizada (na impagável sessão de cartas da Chiclete com Banana) para o fato de que a apologia às “drogas”, independente de ser correta ou não, já era algo extremamente esgotado e sem sentido, e que o assunto fora tratado à exaustão nos anos 60 e 70.