Quando o assunto são os quadrinhos mainstream (seja super-heróis, “adulto”, mangá ou o que for), existem sites bons como o Omelete. Mas de vez em quando a gente quer fugir um pouco daquele melê que se vê sempre nas bancas – e, principalmente, da discussão meio repetitiva que sai disso.
Num desses momentos topei com o Liga Zine. É bem organizadinho, não foge muito do tom de sites como o Omelete, mas foca mais nos territórios inexplorados. Como no artigo “O Mundo Perdido dos Pulp Fiction”, que me levou até ele.
Finalmente chegou o meu exemplar da
Sei que vai soar ultramachista, mas não posso deixar de comentar: Love Junkies é a maior prova de que sacanagem para homem tem que ser feita por homem. A história é razoável – uma espécie de cruzamento de Love Hina com Sex In The City, mas o tal “erotismo sem ser vulgarizado” (segundo o editorial) tem algo de estranho. Não curti.
Se eu for ficar falando de tudo o que comprei em sebos nos últimos dias, não páro mais. Então vou ficar só com
A Dundum foi publicada em Porto Alegre, bem no começo dos anos 90. Além de ser o berço de gente como Adão Iturrusgarai e Edgar Vasques, ficou famosa por ter recebido apoio da Secretaría Municipal de Cultura (gestão PT), seguida pelas tradicionais reações da oposição quanto à “imoralidade subsidiada pelo dinheiro público”, aquela papagaiada de sempre, mas que, no fim das contas, parece ter ajudado tanto a prefeitura quanto a revista.