Mistérios do casamento: saí pra ir comprar roupas na Augusta, e, de alguma forma, fui levado ao chamado Mercado Mundo Mix.
Não posso deixar de fazer uma observação pessoal: estou ficando velho. Não deu nem meia hora e eu já estava querendo chamar a gerência e pedir pra abrir umas janelas, ligar o ar condicionado, acender as luzes, sei lá. Entrei com 28 anos e saí com uns 40. Mau sapão, mau sapão.
De qualquer forma, as atrações do evento são os badulaques “modernos” e os tipos “alternativos”. As aspas são porque… bem, eu vim dos anos 80, e, por mais que eu apóie a livre expressão da garotada, é curioso ver o pessoal nos seus 18, 20 anos vestindo-se como membros do Sex Pistols que já estão na casa dos 40.
Achei umas camisetas fantásticas (já foi o tempo em que os comic shops eram referência de criatividade nesse setor). Infelizmente, eu uso tamanho G(ordo), e lá só tinham tamanho A(noréxico). Mas a viagem não foi perdida: comprei a edição nacional de um livro sobre o Kevin Mitnick por R$ 2.
É, quem nasce geek morre geek, não tem jeito.
Pra quem gosta de micros de 8 bits e da história das pessoas por trás deles, eis um tremendo achado: O site do MCI (Museu da Computação e Informática) reune, na seção
Só o fato de ser do mesmo autor de “Mai” (um dos primeiros mangás a sair no Brasil, na época da onda Akira/Lobo Solitário) já valeria uma olhada neste gibi – e pelo jeito o Sr. Kazuya Kudo não perdeu a mão, o gibi é ótimo.
Eu sempre ouvi falar no documentário Brazil: Beyond Citzen Kane (“Brasil: Além do Cidadão Kane”), que disseca a história da TV Globo e a maneira com que esta manipulou seu público na defesa, entre outros interesses, dos governos militares e de Fernando Collor. Como muitas outras pessoas, não tive a oportunidade de assisti-lo na época (1993), já que as tentativas de trazê-lo a público no Brasil tendem a ser
Certa vez escrevi um